domingo, 9 de fevereiro de 2014

Politicamente Certo ou Criando um certo para os incertos?

Depois que o conceito de respeito assumiu o nome de “politicamente correto” o mundo tem vivido um perigo, pois alguns dos pronunciamentos e atitudes é considerado a reação e o resultado. É uma nova forma de reformular o conceito que os fins justificam os meios. A mentira adquiriu um novo nome, e dizer a verdade ou agir segundo a verdade que alguém acredita é considerada como um erro. A mentira agora é parte daquilo que é chamado respeito, como se para respeitar alguém as pessoas tem que falar aquilo que “querem ouvir”, as pessoas então não precisam dizer a verdade, ou o que devem ouvir, as pessoas devem ouvir o que é interessante para a manutenção de uma pretensa paz ou de uma pretensa harmonia. O que não se considera é qual são as bases para esta paz ou esta harmonia, a verdade, ou os interesses dos que dominam as massas e os governos. Será que estes interesses ou estas crenças são as melhores para o mundo, ou apenas são as que mantêm as pessoas quietas e dominadas. Hoje um cristão está sendo perseguido e julgado por não acreditar nos conceitos da nova família, que não considera o padrão judaico-cristão, com um homem e uma mulher, com seus filhos. A nova família é um padrão contrário ao bíblico, mas o mundo diz que não se pode ir contra, pois assim estaríamos promovendo a discórdia. Mas que concordância há entre a luz e as trevas, entre a mentira e a verdade, entre o medo e o amor. O mundo tem criado um conceito de respeito baseado no medo, e nos interesses que podem ser políticos, religiosos ou econômicos. A base do respeito não está tendo lugar para a verdade, a verdade se tornou relativa para facilitar a mentira ser vista como verdade. A verdade que interessa é somente aquela que pode ser usada para que não promova nenhum tipo de perigo, ou que não crie barreiras para os interesses dos que controlam o sistema. Os fins não são mais importantes, a mentira então é apenas um fim, tornando a moral um aspecto de decisão pessoal e de decisão humana. Deus então é totalmente retirado das decisões, e da formação da moral. Deus se torna apenas um tipo ou símbolo para ser usado em favor dos interesses, mas somente utilizando aquilo que interessa. Uma pessoa impedir outra de “cair num abismo” não é mais analisada segundo o principio do amor, mas segue a análise do “interesse maior”, mesmo que esta atitude seja imoral ou criminosa. O tal do “bem maior” é o interesse dos que controlam, não da maioria. Mas mesmo que fosse da maioria, seria ainda o fator determinador do certo e errado? Neste caso, Deus deixa de ser considerado importante, e o homem se torna o seu próprio deus, encantando o enganador que no principio disse: “que nada, comendo deste fruto, não vai acontecer nada, você vai ser igual a Deus, e não vai morrer, como Deus disse. Deixa de ser tolo, faça o que você acha que é certo”. Apenas parafraseando o texto bíblico, é interessante como o homem prefere acreditar no enganador, no mentiroso, naquele que nunca demonstrou nenhum ato de amor ou de fraternidade, mas apenas usou e usurpou o homem. O homem se torna tão tolo, que acredita naquele que odeia a humanidade, e rejeita Aquele que ama e criou a humanidade, Aquele que tem poder para destruir, mas não destrói; Aquele que se fez homem, e deu um caminho para o homem ser salvo. Quem quer entender entenderá, quem não quer, e é cheio de preconceito, vai logo dizendo que é “religião”, que é conversa de fanático, que não deveria ficar colocando Deus nestas conversas. Mas então quem vai ser colocado nesta conversa? O diabo? Há desculpe talvez você não acredite no diabo, e é por isto que continuará a fazer o que os seguidores dele ensinam como “politicamente certo”. Este novo conceito de respeito cria um ambiente interessante para os poderosos, mas um ambiente perigoso para quem não está no poder, pois este pode ser considerado “dispensável”, “não importante”, ou ainda um “sacrifício para o bem maior”. Os poderosos, contudo consideram seus parentes e seus parceiros comerciais ou políticos como importantes, para o processo do “bem maior”, criando uma classe superior. O conceito de respeito então recria uma casta superior, e outra inferior, como o clero e o povo, ou a nobreza e a plebe, da idade média. Se alguém fala ou age de forma que venha a trazer inconvenientes, esta pessoa pode ser considerada um perigo para a sociedade e assim poderia ser eliminada. Eu estou certo, que as incertezas são a maior forma de controlar. Que os incertos seguem a politica dos que dizem estar certos, não baseados na certeza de uma palavra divina, mas sim na certeza de que os atos irão trazer beneficios para si mesmos e para seu grupo. Quem está certo, voce pergunta? Eu somente repito as palavras de alguém que ou voce o considera certo, ou voce o considera um louco? Ele disse: "Eu sou a Verdade". Ele não disse "Eu sou uma verdade", Ele afirmou de forma absoluta. Sabe o nome dele: JESUS CRISTO. Agora provavelmente voce que odeia Jesus, e que é cheio de preconceitos formados por mentirosos que querem afastar voce da verdade,sim, voce irá dizer que coisa de religião que eu disse. É Religião, mas é a verdadeira, a outra que voce que nega a Jesus diz, é outra Religião também. Então estamos sempre falando de religião. Mas Jesus se faz religião, nos ligando a Deus, e sendo nossa verdade. Nossa ação então deverá ser conforme Jesus, e não o tal "politicamente certo" que o mundo está ensinando.

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